Mário Gonçalves (bateria), Tiago Simães (piano e sintetizadores), David Santos (voz), Marco Ferreira (guitarra), Albano Fonseca (baixo), todos vimaranenses com a excepção do último que é bracarense, formam os Let The Jam Roll.
No panorama musical vimaranense, poucos nomes ecoam com a mesma resiliência e autenticidade dos Let The Jam Roll. Este ano, a banda celebra duas décadas de uma jornada marcada por mais de quatrocentos concertos, uma energia contagiante e uma mensagem que desafia a indiferença. Um percurso que espelha, de forma perfeita, o espírito do Dia Mundial da Música, que se assinala a 1 de Outubro: a música como linguagem universal de paixão e união.
A história começou de forma “fulgurante”, como recordaram, com início numa casa que acolhe a maioria dos artistas vimaranenses, por ser ponto de encontro e de uma energia que lhes confere motivação. “Os primeiros passos da maioria dos músicos vimaranenses foi no Círculo de Arte e Recreio e nós não somos excepção. É uma casa que faz parte do nosso percurso e que nunca esquecemos. Cooperamos com várias iniciativas e continuamos a ter uma forte ligação ao CAR”, concordaram.
Os primeiros dez anos foram de uma intensidade rara, com uma regularidade impressionante de actuações. “O nosso início foi impressionante”, confessaram. O lançamento do álbum «Why Not?» em 2013 foi um marco, mas a vida com os seus compromissos profissionais obrigou a um abrandamento. Agora, regressam com uma maturidade renovada. “É para comemorar, mas porque também sentimos que agora temos uma maturidade diferente, tanto musical como pessoal e profissional, que nos permite voltar a investir na banda. Investir tempo, investir dedicação”.
Em termos de longevidade e continuidade, são, provavelmente, uma das bandas mais antigas da região em actividade, um feito que atribuem à amizade e a um ritual sagrado. Descubra qual na BIGGERmagazine de Outubro!
Publicado em: 26/09/2025