O presidente do Vitória, Rui Rodrigues, defende que o clube “deve colocar o sócio no centro de todas as decisões.”
Na mensagem dirigida aos associados, no documento em que é apresentado o orçamento para a temporada 2026/2027, o dirigente começa por afirmar que o ecletismo “é um dos pilares fundamentais da identidade” do clube e “é um fator de fortalecimento e crescimento da marca Vitória.” Rui Rodrigues assegura que pretende que “as nossas modalidades e os nossos atletas sejam cada vez mais fortes e mais competitivos”, uma vez que “cada conquista que alcançamos, independentemente da modalidade, representa um triunfo coletivo que projeta o nome do Clube a nível regional, nacional e internacional.”
Depois, sublinha a ideia de que “um clube moderno deve colocar o sócio no centro de todas as decisões.” E prossegue: “O Vitória Sport Clube existe porque existe uma comunidade de associados que o fortalece, acompanha e faz crescer diariamente. Escutar os sócios, compreender as suas necessidades, melhorar continuamente a experiência que lhes é proporcionada e criar novas formas de participação é uma prioridade permanente. Cada decisão deve ser avaliada também pelo impacto que tem na vida dos vitorianos e deve servir sempre para reforçar o sentimento de pertença e a ligação ao Clube.”
No mesmo texto, Rui Rodrigues nota que “assim como acontece em qualquer equipa, nenhuma organização alcança resultados consistentes apenas pelo mérito individual. O sucesso constrói-se com uma cultura de colaboração, em que todos os departamentos trabalham de forma articulada, compreendem o propósito comum e reconhecem que o seu contributo é indispensável para o resultado final. Num clube como o Vitória Sport Clube, esta realidade assume uma importância ainda maior. O sucesso depende do trabalho diário de inúmeras áreas que, muitas vezes, atuam nos bastidores. Quando existe alinhamento entre todas estas estruturas, o Clube torna-se mais eficiente, mais ágil e mais capaz de responder aos desafios do presente e do futuro. Esta união exige uma visão transversal da organização. Cada departamento deve compreender as necessidades dos restantes, partilhar conhecimento, comunicar de forma transparente e procurar soluções conjuntas. Trabalhar em equipa não significa colaborar quando necessário, significa saber que o sucesso de uma área é também o sucesso de todas as outras. Só assim se eliminam barreiras internas e se cria uma cultura de confiança e entreajuda.”
Já sobre o orçamento que será votado a 24 de Julho, Rui Rodrigues defende que “traduz a visão estratégica para a época 2026/2027. Assente nos valores que definem a identidade do Clube, estabelece um conjunto de objetivos e linhas de ação orientados para o desenvolvimento sustentado de todas as modalidades, valorizando, de forma integrada, os atletas, as equipas e todos os que contribuem diariamente para o sucesso da instituição. Este plano assenta na convicção de que o crescimento do Vitória depende de uma atuação unida e articulada entre todos os que diariamente trabalham para que o Clube cresça, reforçando o ecletismo, a excelência e o sentido de pertença que caracterizam a instituição. Contudo, nenhum projeto se concretiza sem o envolvimento daqueles que dão vida ao Vitória Sport Clube. Aos sócios, enquanto verdadeira força do Clube, cabe um papel insubstituível na construção deste futuro. É com a sua participação, o seu apoio e o seu sentimento de pertença que continuaremos a honrar a nossa história e a construir um Vitória cada vez mais forte.”
Publicado em: 16/07/2026