O PCP promoveu esta quinta-feira um buzinão que pretendeu protestar contra a guerra e o consequente aumento do custo de vida.
A acção decorreu esta manhã na Alameda Dr. Alfredo Pimenta.
Para o PCP “não é aceitável que os barris de petróleo adquiridos há mais de três meses sejam vendidos nos postos de abastecimento ao preço a que são anunciados para amanhã”. É desta forma que os comunistas consideram que se explica a “manutenção dos lucros das grandes empresas, nomeadamente petrolíferas, num período em que encher o depósito custa hoje mais 20 euros por abastecimento, em contraponto com a subida de 20% dos lucros da Galp”.
Para o PCP também não é aceitável que “a mesma botija de gás, da mesma marca e mesma empresa, custe em Portugal quase o dobro do preço que Espanha”. Por outro lado, consideram os comunistas que a guerra “serve de pretexto e a política de direita agrava o aumento brutal do custo de vida”, pelo que se “reforça a necessidade urgente de regular e fixar preços, nomeadamente o controlo dos preços dos bens alimentares, dos combustíveis, a fixação do preço do gás de botija em 20 euros e regulação das comissões bancárias”.
Publicado em: 09/04/2026