Skip to content
  • Desporto
  • Bigger
  • Podcasts
  • Artigos de opinião
  • Imobiliária
  • Necrologia
  • GuimaPress
    • Rádio Santiago
    • Canal 2
    • O Comércio de Guimarães
    • Desportivo de Guimarães
    • Bigger Magazine
    • Guimarães Digital
    • Grupo santiago
  • Desporto
  • Bigger
  • Podcasts
  • Artigos de opinião
  • Imobiliária
  • Necrologia
  • GuimaPress
    • Rádio Santiago
    • Canal 2
    • O Comércio de Guimarães
    • Desportivo de Guimarães
    • Bigger Magazine
    • Guimarães Digital
    • Grupo santiago
Assinatura
Login
  • Desporto
  • Bigger
  • Podcasts
  • Artigos de Opinião
  • Necrologia
  • Imobiliária
  • GuimaPress
    • Rádio Santiago
    • Canal 2
    • O Comércio de Guimarães
    • Desportivo de Guimarães
    • Bigger Magazine
    • Guimarães Digital
    • Grupo santiago
  • Assinatura
  • Perfil
  • Desporto
  • Bigger
  • Podcasts
  • Artigos de Opinião
  • Necrologia
  • Imobiliária
  • GuimaPress
    • Rádio Santiago
    • Canal 2
    • O Comércio de Guimarães
    • Desportivo de Guimarães
    • Bigger Magazine
    • Guimarães Digital
    • Grupo santiago
  • Assinatura
  • Perfil
Assinatura Digital
Login

Oposição quer Município empenhado no apoio aos empresários para evitar saída de empresas do Concelho

Bolama
Decatlon

O líder da Oposição no Executivo vimaranense lançou um repto ao Presidente da Câmara para “fazer alguma coisa” para evitar que as empresas abandonem o Concelho, por não encontrarem em Guimarães condições que permitam a expansão das suas actividades.

Numa intervenção no período antes da ordem do dia, na reunião do executivo realizada na segunda-feira, o vereador Bruno Fernandes, do PSD, manifestou-se preocupado pelo facto do território concelhio acolher “um importante conjunto de empresas que não vêem o Município como o motor a alavancar projectos”, apontando as limitações do actual Plano Director Municipal (PDM) na criação de áreas de acolhimento empresarial.

Teste fixo 2 - worten

Exemplificando com o caso do Grupo VAPO, o Vereador referiu a intenção manifestada pela sua administração em manter a sede da empresa em Guimarães, apesar da “falta de motivação e de apoio do Município em ajudar na identificação de um terreno para a construção do novo edifício”.

“A cada trimestre que passa, há sempre uma empresa de Guimarães a dizer que não tem condições para se expandir, circunstância que tem impacto na demografia e na dinâmica comercial da Cidade. Se não conseguirmos atrair projectos capazes de atrair empregos geradores de bons salários, o Concelho vai encolhendo”, afirmou o representante social-democrata. “Não sentimos o empenho que prometeu quando assumiu a área do desenvolvimento económico do Concelho. Achamos que esqueceu esta área”, acrescentou o Vereador, ao dirigir-se ao Presidente da Câmara, com o desafio: “ainda vai a tempo de fazer alguma coisa por isto, evitando que empresa como a VAPO abandone o Concelho”.

“Os empresários batem à porta do Município e são bem recebidos, com cortesia, mas depois perante a questão concreta não encontram um terreno”, continuou Bruno Fernandes, ao recordar compromissos da maioria socialista por cumprir, como o da criação “de um Ecoparque industrial na zona sul do Concelho e os novos acessos à área industrial de São Torcato”. “Se não houver áreas de acolhimento não haverá empresas”, frisou, ao vincar: “as empresas existentes são o motor do Concelho”.

“Quando a saída resulta de uma estratégia da empresa, admite-se, mas quando é por falta de um terreno, já não”, defendeu, manifestando-se surpreendido pelo facto de ter conhecimento através do Relatório de Actividades da TecPark, com sede no Avepark e que agrega uma rede de incubadoras Set.Up Guimarães, ter apoiado 30 projectos, desde 2018, ano da sua criação, “o que dá uma média de quatro empresas por ano”.

Na reacção, o Presidente da Câmara sublinhou que o Município está empenhado na criação de condições “que não são visíveis no imediato, mas que são fundamentais para efeitos da competitividade do tecido económico existente e para atrair novas empresas”, indicando que o estudo sobre a economia em Guimarães que está a ser desenvolvido por investigadores da Universidade do Minho aponta já que “as indústrias tradicionais estão a passar de mão de obra intensiva para conhecimento intensiva”. “As empresas têxteis, de calçado, de embalagens, de metalomecânica são tecnológicas”, observou, indicando que o estudo deverá ficar concluído brevemente. “Criou-se uma percepção sobre a economia de Guimarães de estar frágil, o que não é, está forte, porque se algumas unidades desapareceram, surgiram outras e as que permaneceram aumentaram de valor, com menos mão de obra”, anotou.

De acordo com Domingos Bragança, o facto de Guimarães ser uma cidade universitária é um activo para a competitividade. “Ter o IPCA, a Universidade do Minho, a Unidade Operacional da Universidade das Nações Unidas, a CESPU, ter estas unidades e laboratórios de investigação colaborativos só por si assume também uma dimensão económica, porque formar pessoas e produzir ciência gera um ecossistema económico, com efeito directo e indirecto no desenvolvimento da região e de Guimarães”, respondeu, assumindo que essa “é uma marca” dos seus mandatos desde 2013.

Reconhecendo que o PDM aprovado em 2014 deveria acautelado a disponibilidade de solos com apetência industrial e habitacional para as dinâmicas criadas de aumento de construção”, o Presidente da Câmara assinalou que, em 2021, poderia para por concluída a actual revisão. “O despacho estava pronto para assinar”, comentou, justificando que optou por “um trabalho pormenorizado de revisão do PDM, para ser possível o aumento expressivo das áreas para actividades económicas e para habitação”. “Neste mandato tem sido um trabalho pormenorizado, não só na revisão clássica do PDM e com a aplicação de outros instrumentos como as propostas de contrato de planeamento. Nestas propostas, se ao fim de quatro anos as infraestruturas não estiverem concretizadas, os terrenos poderão voltar a ser rústicos”, esclareceu, indicando que essa questão do PDM “entronca na evolução do novo parque industrial na zona sul do Concelho que é muito necessário, mas sem a revisão do PDM não o temos”. “Feita a revisão do PDM, teremos terreno rústico para habitação e indústria, dentro dos instrumentos de planeamento, através das propostas de Contrato de Planeamento”, perspectivou.

Quanto ao caso do terreno para a construção da sede do Grupo VAPO, Domingos Bragança informou que se reuniu com a administração da empresa. “Foram apresentadas todas as possibilidades, naturalmente que tinham depois de ser trabalhadas, nas condições de mercado”, asseverou, prosseguindo: “quem tem recursos financeiros tem condições para resolver o problema de oferta e procura. Recebi o senhor administrador e de certa forma em algum momento até pisei a linha vermelha, porque foi dada a indicação de dois ou três sítios”.

“A Câmara não é mediadora, informa de todos os terrenos disponíveis”, realçou, remantando: “espero que daqui a 8 a 10 anos, seja possível dizer que o que foi dito pelo Presidente da Câmara anterior acabou por dar resultados, porque estamos num processo transformador de alterações qualitativas do tecido económico de Guimarães”.

Entretanto, após a reunião, contactado pelo nosso jornal sobre a eventual saída da sede do Grupo VAPO de Guimarães, fonte da Administração da empresa sustentou que é uma decisão que está a ser ponderada.

*Texto publicado na edição do jornal O Comércio de Guimarães, de 12 de março de 2025.

 

Publicado em: 12/03/2025

Leapmotor APA Bolama VitrusBus Guimarães Verde

Notícias Relacionadas

ANAFRE suspendeu protesto que previa encerramento dos serviços da junta

PS acusa Governo e Câmara Municipal de desvalorizarem o poder local

Nuno Vaz Monteiro congratula-se com eleição de André Ventura e lamenta falta de representatividade de Guimarães

APA Bolama Guimarães Verde

Notícias em Vídeo Explorar Mais →

▶

Presidente da A.G. do Vitória apela à presença dos sócios na A.G.E.

Footer Guimarães Digital

Contactos Rápidos

+351 253 421 700
geral@guimaraesdigital.com
Edifício Santiago, Rua Dr. José Sampaio n.º 264, 4810-275 Guimarães
Ficha Técnica Contactos Estatuto Editorial
Copyright © 2026 EPIC Júnior
AO VIVO
A TOCAR AGORA
Aguardando rádio...
Consentimento de cookies e política de privacidade

Para proporcionar a melhor experiência possível, utilizamos tecnologias como cookies para armazenar e/ou aceder a informação do dispositivo. Ao consentir estas tecnologias, permite-nos processar dados como comportamento de navegação ou IDs exclusivos neste site. A recusa ou a revogação do consentimento pode afetar negativamente determinadas funcionalidades.

Funcional Always active
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para a finalidade legítima de permitir a utilização de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou para a finalidade exclusiva de realizar a transmissão de uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas.
Preferences
The technical storage or access is necessary for the legitimate purpose of storing preferences that are not requested by the subscriber or user.
Statistics
The technical storage or access that is used exclusively for statistical purposes. The technical storage or access that is used exclusively for anonymous statistical purposes. Without a subpoena, voluntary compliance on the part of your Internet Service Provider, or additional records from a third party, information stored or retrieved for this purpose alone cannot usually be used to identify you.
Marketing
The technical storage or access is required to create user profiles to send advertising, or to track the user on a website or across several websites for similar marketing purposes.
  • Manage options
  • Manage services
  • Manage {vendor_count} vendors
  • Read more about these purposes
View preferences
  • {title}
  • {title}
  • {title}