O candidato à Câmara Municipal de Guimarães pela coligação Juntos por Guimarães (JpG), Ricardo Araújo, realizou um conjunto de visitas a produtores agrícolas em diferentes pontos do concelho, numa iniciativa que “visou ouvir directamente quem vive e trabalha no sector primário”, refere a candidatura em comunicado.
Acompanhado por Nuno Vieira e Brito, também candidato à Câmara e presidente da Concelhia do CDS, e por João Sottomayor, candidato à Assembleia Municipal e presidente da Cooperativa Agrícola de Guimarães, Ricardo Araújo esteve em explorações localizadas em Longos, São Torcato e Selho São Jorge, entre outras freguesias, reunindo-se com agricultores que produzem leite, vinho e carne.
As visitas contaram ainda com o apoio e presença de vários candidatos às Juntas de Freguesia, “reforçando o caráter próximo e descentralizado da candidatura”.
“A agricultura em Guimarães não pode continuar a ser ignorada. Estamos a falar de um setor que produz riqueza, fixa pessoas ao território e tem um papel decisivo na preservação ambiental. É urgente que o Município tenha consciência real dos obstáculos que os agricultores enfrentam todos os dias”, afirma Ricardo Araújo na mesma nota.
Durante estas visitas, os agricultores partilharam preocupações comuns: “excesso de burocracia, dificuldade no licenciamento e na construção de novas infraestruturas, o PDM e as suas contradições e a ausência de políticas municipais que valorizem o sector”. “Constatamos que o apoio às indústrias agroalimentares e a sua atração por Guimarães não é uma prioridade para o município atual, não investindo num dos setores económicos nacionais mais relevantes. Se nada for feito, Guimarães corre o risco de, num futuro próximo, ficar sem agricultores. É inadmissível que o município continue de costas voltadas para uma atividade tão essencial”, refere o candidato.
“A coligação Juntos por Guimarães dignificará também os produtores, será uma força de apoio e não de bloqueio, e será uma voz ativa na valorização do Mundo Rural,” sublinha Ricardo Araújo. “Temos de reconhecer o seu esforço e disponibilidade para produzir alimentos de qualidade, uma forma de contribuir para a soberania nacional.”
A coligação defende que o sector agrícola “deve estar ligado a uma política de proximidade, com estruturas municipais que conheçam o terreno e apoiem diretamente quem nele trabalha.
Promover os produtos locais, atrair a indústria agroalimentar, desbloquear o licenciamento e proteger os solos agrícolas são compromissos assumidos”.
Publicado em: 14/08/2025