Prossegue este sábado o programa do festival MIMO.
As actividades começam às 10h00 com uma visita guiada à Penha. Às 11h00 decorrem simultaneamente um encontro de agentes culturais da lusofonia no Paço dos Duques e workshops de Barbatuques e Batucadeiras das Olaias no Conservatório. Ao meio-dia, o Largo da Oliveira recebe a actuação dos Amigos das Concertinas de Gominhães.
Durante a tarde, o festival espalha-se por vários espaços da cidade: Coro Espontâneo no Largo Cónego José Maria Gomes, às 15h00; Batucadeiras das Olaias e DJ Farofa às 16h00; conversa com Fernanda Abreu e workshop de La Litanie des Cimes; concerto de Alzira e às 17h00 nos jardins do Paço dos Duques; Pedro Emanuel Pereira às 18h00 na Igreja de São Domingos; e Alaíde Costa, Cristóvão Bastos e Mauro Senise às 19h30 no Paço dos Duques. A noite no de São Mamede será marcada pelos concertos de Melly, às 21h00, Papillon, às 22h30, Tricky, à 00h10, e DJ Reborn, às 1h30.
Este fim-de-semana, o jardim do Museu de Alberto Sampaio junto ao adarve, vai receber o «Mimo para Crianças», com duas iniciativas em simultâneo: Pianinho e Libertarte.
As actividades começam às 15h00 e terminam às 17h00 e estão integradas no Festival MIMO, que vai decorrer ao longo de todo o fim de semana em Guimarães. A participação é livre.
O pianista e compositor argentino-brasileiro Pablo Lapidusas propõe uma experiência rara no universo infantil: «Pianinho – Um encontro sensível entre infância, música e escuta». Trata-se de um espectáculo construído a partir do «toy piano», um piano de brincar que funciona como ponte entre imaginação, descoberta e alta performance artística, e que propõe uma iniciação à escuta através de uma experiência lúdica e poética, estimulando atenção, imaginação, linguagem e relação com o som.
Por sua vez, as oficinas de arte «Libertarte», conduzidas pela artista visual e educadora brasileira Analu Carvalho e por Sílvia Teixeira, foram pensadas como espaços de criação livre, experimentação e partilha que propõem experiências artísticas para crianças e famílias, estimulando imaginação, movimento, escuta e convivência entre gerações.
As actividades convidam à exploração de tintas, objetos naturais, tecidos, palavras e elementos ligados ao universo do MIMO e da cidade de Guimarães, num ambiente de acolhimento, descoberta e liberdade criativa. «Mais do que produzir “obras”», o foco está em criar percursos de expressão e experimentação, onde o fazer artístico surge como forma de brincar, sentir, partilhar e imaginar coletivamente. Inspiradas nas pedagogias do sensível, as oficinas reforçam o poder da arte como espaço de encontro, criação e transformação”.
Publicado em: 04/07/2026