O Conselho Vitoriano apelou ao “sentido de responsabilidade, serenidade e vitorianismo” concretamente da Direção, sócios e eventuais candidaturas, no processo eleitoral que agora começa depois da demissão de António Miguel Cardoso.
Aquele órgão consultivo reuniu ontem à noite, no Estádio D. Afonso Henriques, depois de ter sido confrontado com o “já esperado pedido de demissão da atual Direção e, consequentemente, a convocação de eleições antecipadas.” No entanto, em comunicado, o Conselho Vitoriano revela ter ficado “surpreendido com a declaração de não recandidatura ao próximo sufrágio”.
Em comunicado, o Conselho Vitoriano apela “ao sentido de responsabilidade, serenidade e vitorianismo de todos: Direção, sócios e eventuais candidaturas”. Ao mesmo tempo, pretende “aconselhar à Direção que agora interrompe funções, rigor e transparência nas medidas que tomarem no âmbito da gestão desportiva, financeira e corrente.”
Na mesma nota, o Conselho Vitoriano quer “exigir às eventuais candidaturas, compromisso e transparência na apresentação de projetos, nomeadamente nas soluções financeiras e desportivas”, mas também “aconselhar aos Sócios, como pilares e decisores do futuro do Vitória, exigente escrutínio das propostas que serão apresentadas.”
Por fim, o Conselho Vitoriano assegura que “irá nesta altura, de forma muito presente, exercer as funções que os estatutos lhe conferem, assegurando a mais adequada e rápida resolução da sucessão diretiva.” “Escrutínio a quem sai, escrutínio a quem se propõe entrar,é o que todos devem exigir neste momento difícil”, termina o comunicado.
Publicado em: 16/04/2026