Skip to content
  • Desporto
  • Bigger
  • Podcasts
  • Artigos de opinião
  • Imobiliária
  • Necrologia
  • GuimaPress
    • Rádio Santiago
    • Canal 2
    • O Comércio de Guimarães
    • Desportivo de Guimarães
    • Bigger Magazine
    • Guimarães Digital
    • Grupo santiago
  • Desporto
  • Bigger
  • Podcasts
  • Artigos de opinião
  • Imobiliária
  • Necrologia
  • GuimaPress
    • Rádio Santiago
    • Canal 2
    • O Comércio de Guimarães
    • Desportivo de Guimarães
    • Bigger Magazine
    • Guimarães Digital
    • Grupo santiago
Assinatura
Login
  • Desporto
  • Bigger
  • Podcasts
  • Artigos de Opinião
  • Necrologia
  • Imobiliária
  • GuimaPress
    • Rádio Santiago
    • Canal 2
    • O Comércio de Guimarães
    • Desportivo de Guimarães
    • Bigger Magazine
    • Guimarães Digital
    • Grupo santiago
  • Assinatura
  • Perfil
  • Desporto
  • Bigger
  • Podcasts
  • Artigos de Opinião
  • Necrologia
  • Imobiliária
  • GuimaPress
    • Rádio Santiago
    • Canal 2
    • O Comércio de Guimarães
    • Desportivo de Guimarães
    • Bigger Magazine
    • Guimarães Digital
    • Grupo santiago
  • Assinatura
  • Perfil
Assinatura Digital
Login

Do diálogo

Bolama
Decatlon

Desde meados do século XIX que a análise histórico-económica precisou que o processo evolutivo de qualquer sociedade humana dependia da natureza, do esforço humano

e da acumulação anterior a cada seu momento (simplificando: matérias primas, trabalho e capital). E que essa dependência assentava no contexto dinâmico das relações que se estabeleciam entre esses três factores. Sobremaneira e depois, pela detenção sobre eles.
Dito isto, há que trazer á colação que esse processo, próprio da cada sociedade e estendível a conjuntos delas (quando neles se consigam promover homogeneidades identitárias, ainda que parcelares), tem, desde a sua germinação ao presente e em cada uma delas ou desses, um desenvolvimento sequencialmente consequente; isto é, em que o seu progressivo desenlace foi e é, sempre e só, no seu absoluto, o resultado concatenado de todos as causas que para ele concorrem (ainda que as não consideremos, ou não as detectemos). É que o processo material cósmico é uno em si e em cada uma das seguementarizações da sua componente massiva, das partículas elementares ao seu todo. E como uno que é, cada uma dessas suas partes, das mais ínfimas às mais complexas, interagem entre si em permanência e diferentes intensidades, em espaços e tempos próprios. Ora sendo assim, nele, a sua dinâmica não se concretiza através de contradições, mas, antes e como se referiu acima, numa sequencialidade consequente em que, portanto, cada efeito é sempre a integração, continuada no contíguo do todo, das causas sobre o que nele o antecede (o zigoto em que já estamos não é mais do que a conjugação do espermatozoide e o óvulo dos antecessores). O mais são as limitações humanas apostas a uma lógica fenomenológica.

Decatlon

Chegados a este ponto pode crer-se, portanto, que a “síntese” não é uma razão cósmica e a sua racionalidade como método elucidativo da realidade tem os seus dias contados (os algoritmos indiciam-no). E a sua crida verificação no Universo constitui uma abstracção, já que ela não existe nele como tal e apenas é um ficcionado produto da sua essência evolutiva e sequencial; em que, por conseguinte, cada processo individualizável, para progredir, carece das causas que o promovam e não de quaisquer conjecturadas sínteses, que, repete-se o, não ocorrem conquanto tais no Cosmos. Assim sendo e nesta perspectiva, pode concluir-se que as sínteses não se verificam na matéria massiva, porque ela, no seu se ser, simplesmente se sequencia numa dinâmica ininterrupta de complexizações em espaços-tempos incomensuravelmente intrincados.
Formulada esta última afirmação, regressemos ao enunciado no primeiro parágrafo. À noção de “superestrutura”. Esse espartilho que decide o figurino e progressão de cada sociedade ou conjunto delas. Por isso e numa abordagem rápida como o texto o exige, dir-se-á que ela reside, substancialmente, num ordenamento jurídico condicionante e numa orgânica que lhe é subjacente. E isto independentemente das formas instituídas que nelas se possam encontrar, de democracias à ditadura, porque o que importa aqui salientar é que a superestrutura é-lhes superior e, de certa maneira, autónoma, como advém do facto de poder acontecer quase similarmente em quaisquer dos modelos políticos atrás balizados. Não obstante e como qualquer outro processo material massivo, a superestrutura em cada sociedade ou conjunto, das mais primitivas às actuais ou actual, teve, e tem sempre, uma dinâmica, seja ela de avanço ou retrocesso. O que quer dizer que a superestrutura também não é estática. E com ela e em idêntico movimento gerado por o das infraestruturas, a respectiva sociedade. Só que o que a História nos ensina é que as sociedades evoluem a uma medida temporal que em regra não coincide, ou mesmo só rarissimamente tal sucede, com a da respectiva superestrutura; já que esta é normalmente mais lenta e, assim, actua como travão às inovações daquela. Porquê? Porque o “poder” tende a ser “reacionário”; ou seja, por força da sua índole e logo da aí maior inércia, ele torna-se mais hirto e enquista-se na defesa de um statu quo que de certo modo o privilegia e que, concomitantemente, favorece os estratos sociais que o dominam. Fiquemo-nos, no entanto, por aqui e com a ideia de três processos dissonantes na mesma sociedade ou conjunto delas: o da superestrutura, os das infraestruturas e, finalmente, o das consequências destas sobre a sociedade.

Focando-nos neste último aspecto, o da evolução das infraestruturas e aos efeitos daí decorrentes para a respectiva sociedade, vamos, por agora, reportar-nos tão somente às europeias e ocidentais. Assim e nelas, como será perceptível e linear como a gravidade, ao longo dos derradeiros milénios, elas percorreram uma viagem de sucessiva progressão cultural (termo a que se atribui um significado que engloba todos os aspectos da nossa vivência diária, o ethos no seu sentido mais amplo); sendo nela de realçar a intelectual, a científica e, a não de somenos, humana (ética e em menor escala política).
Chegados a este ponto e para continuação desta oração, passemos a assinalar que, nestas indicadas sociedades, o conhecimento humano em descortinar causas aos fenómenos aumentou consideravelmente e, então, de metade do século passado para cá, explodiu numa progressão que se pode dizer geométrica. Hoje, portanto, é credível poder afirmar-se que uma grande parte deles já se conseguem explicar cientificamente. Isto porque a ciência, como um todo e nas derradeiras dezenas de anos, deu um salto espectacular e prossegue essa senda. Claro que este salto só sucedeu, e tem sido possível, pelo simultâneo acompanhamento e desenvolvimento tecnológico, numa recíproca interdependência que o tem vindo a fomentar. O que, porém, importa nesta altura reter é que o porquê de quase tudo o que nas cerca tem a sua explicação causal; e isto sucede porque a cadeia contínua que antecede o fenómeno fornece um seu saber comprovável (regra em que a excepção está na ainda não apreensão de todas as causas), num encadeamento que, portanto, afasta quaisquer sínteses. E não só, pois ao exclui-las, elimina a confrontação como razão natural de qualquer processo, seja ele planetário ou social.
Assim, os trajecto das distintas sociedades mundiais são, no presente, perfeitamente inteligíveis e as diferenças que se lhe encontram, ou possam assacar, apresentam-se devidamente justificadas por esse seu percurso e como resultado das respectivas evoluções. Só temos que interiorizar isso e aceitá-lo, o que, no entanto, para muitos parece assaz difícil. Conclusão esta que nos remete para o progresso da cultura humanista europeia.
Assim, por cá e já lá vão perto de 2000 anos, não propriamente com a judaica, mas com a cristã e sobremaneira a partir da sua abertura aos gentios, foi-se levantando o véu sobre uma realidade insofismável e que, no entanto, era e continuou a ser como que ignorada, espezinhada mesmo (a democracia ateniense era exclusiva dos cidadãos) e que consiste na unicidade da espécie a que todos pertencemos. Amarelos, brancos, pretos, vermelhos, bronzeados, mestiços ou o que mais seja, “todos, todos, todos”, todos somos animais humanos iguais. As diferenças morfológicas e, ou, culturais não nos conferem qualquer distinção a essa nossa essência natal. Simplesmente essas nossas sociedades nesses idos ainda não estavam, e muitas permaneceram sem o estar, preparadas para esse reconhecimento. E os séculos foram transcorrendo, os horrores acontecendo e só poucos foram adquirindo essa sabedoria (p.ex.: Francisco de Assis). Depois essas sociedades foram madurando e com elas o conceito da igualdade foi tateando a sua carta de alforria, sucederam-se movimentos nesse sentido, revoluções também e por fim o “apocalipse” da 2ª Guerra Mundial, com dezenas de milhões de mortos, incontáveis estropiados, destruições indescritíveis e um mundo acordado para uma mudança de atitude que, no entanto, pouco durou; embora tenha originado a gravidez avançada em que nos achamos. Só temos, pois, que nos atermos a essa realidade das diferenças de iguais e respeitá-la, afogando de vez as práticas interesseiras do colonialismo de assentamento ou as mais subtis do neocolonialismo, em que a superioridade subjugadora decorre de dependências de várias índoles, da militar à ideológica. O caminho que se impõe, portanto, é o da fraternidade, do convívio dialogante e consensual para um melhor futuro neste planeta que, por a nossa insana conduta, vai tendo o seu próprio processo alterado.

Não se compreendem, pois, as ânsias de domínio sobre outros, os jogos político-diplomáticos a tal votados e os intuitos belicistas, onde só o diálogo convergente em prol do “Homem” e da Terra devia estar presente. Tanto mais que todos aqueles, ânsias, jogos e intuitos são “contra-natura”.

Fundevila, 31 de Janeiro de 2024

Publicado em: 13/02/2024

Guimarães Verde Bolama VitrusBus APA Leapmotor

Notícias Relacionadas

A Mobilidade e as Ciclovias

António Magalhães: O Homem que deu início a uma grande transformação em Guimarães

Acção concreta: PDM e Habitação

Leapmotor Bolama VitrusBus

Notícias em Vídeo Explorar Mais →

▶

Presidente da A.G. do Vitória apela à presença dos sócios na A.G.E.

Footer Guimarães Digital

Contactos Rápidos

+351 253 421 700
geral@guimaraesdigital.com
Edifício Santiago, Rua Dr. José Sampaio n.º 264, 4810-275 Guimarães
Ficha Técnica Contactos Estatuto Editorial
Copyright © 2026 EPIC Júnior
AO VIVO
A TOCAR AGORA
Aguardando rádio...
Consentimento de cookies e política de privacidade

Para proporcionar a melhor experiência possível, utilizamos tecnologias como cookies para armazenar e/ou aceder a informação do dispositivo. Ao consentir estas tecnologias, permite-nos processar dados como comportamento de navegação ou IDs exclusivos neste site. A recusa ou a revogação do consentimento pode afetar negativamente determinadas funcionalidades.

Funcional Always active
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para a finalidade legítima de permitir a utilização de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou para a finalidade exclusiva de realizar a transmissão de uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas.
Preferences
The technical storage or access is necessary for the legitimate purpose of storing preferences that are not requested by the subscriber or user.
Statistics
The technical storage or access that is used exclusively for statistical purposes. The technical storage or access that is used exclusively for anonymous statistical purposes. Without a subpoena, voluntary compliance on the part of your Internet Service Provider, or additional records from a third party, information stored or retrieved for this purpose alone cannot usually be used to identify you.
Marketing
The technical storage or access is required to create user profiles to send advertising, or to track the user on a website or across several websites for similar marketing purposes.
  • Manage options
  • Manage services
  • Manage {vendor_count} vendors
  • Read more about these purposes
View preferences
  • {title}
  • {title}
  • {title}