A Assembleia de Credores aprovou, por unanimidade, a proposta de liquidação de património da Celeste Actual.
Foi também aprovado o fim da actividade da empresa, por uma questão formal, uma vez que, na prática, já se encontrava encerrada.
A proposta de liquidação apresentada pelo Administrador de insolvência aponta para a utilização da massa insolvente existente, assim como a que se presume adquirir (com a venda das duas fábricas em Guimarães e Vizela e a alienação de imóveis das lojas) para distribuição de créditos de dívida, de onde se evidenciam os salários e subsídios não pagos aos Trabalhadores, bem como dívidas à Segurança Social e à Autoridade Tributária.
Sob a previsibilidade de 70 dias apresentada pelo Administrador de insolvência, será agora importante materializar a ideia de venda das fábricas como unidades autónomas e funcionais de produção, para que, dentro do mesmo setor de actividade, haja espaço para voltar a contratar os trabalhadores que agora se viram sem emprego, e que estão mais capacitados para operacionalizar, novamente, a produção.
Publicado em: 11/04/2026