A Coelima considera não ter condições reunidas neste momento para assegurar a manutenção da exploração da empresa. Trata-se de uma posição assumida pela empresa no âmbito do processo de insolvência que corre termos no Juízo de Comércio do Tribunal de Guimarães.
No documento a que o Grupo Santiago teve acesso, a Coelima dá conta de que “está em curso um processo de aproximação por parte de um consórcio de investidores que poderá permitir a preservação da actividade económica” da empresa.
É neste contexto que a Coelima comunicou oficialmente ao Tribunal que não vai apresentar um plano de insolvência que preveja a continuidade da exploração da empresa, pelo que considera que o processo de insolvência deve seguir os seus termos em conformidade com o que vier a ser decidido pelos credores quanto ao destino dos activos apreendidos para a massa insolvente.
Publicado em: 26/05/2021