Skip to content
  • Desporto
  • Bigger
  • Podcasts
  • Artigos de opinião
  • Imobiliária
  • Necrologia
  • GuimaPress
    • Rádio Santiago
    • Canal 2
    • O Comércio de Guimarães
    • Desportivo de Guimarães
    • Bigger Magazine
    • Guimarães Digital
    • Grupo santiago
  • Desporto
  • Bigger
  • Podcasts
  • Artigos de opinião
  • Imobiliária
  • Necrologia
  • GuimaPress
    • Rádio Santiago
    • Canal 2
    • O Comércio de Guimarães
    • Desportivo de Guimarães
    • Bigger Magazine
    • Guimarães Digital
    • Grupo santiago
Assinatura
Login
  • Desporto
  • Bigger
  • Podcasts
  • Artigos de Opinião
  • Necrologia
  • Imobiliária
  • GuimaPress
    • Rádio Santiago
    • Canal 2
    • O Comércio de Guimarães
    • Desportivo de Guimarães
    • Bigger Magazine
    • Guimarães Digital
    • Grupo santiago
  • Assinatura
  • Perfil
  • Desporto
  • Bigger
  • Podcasts
  • Artigos de Opinião
  • Necrologia
  • Imobiliária
  • GuimaPress
    • Rádio Santiago
    • Canal 2
    • O Comércio de Guimarães
    • Desportivo de Guimarães
    • Bigger Magazine
    • Guimarães Digital
    • Grupo santiago
  • Assinatura
  • Perfil
Assinatura Digital
Login

Bom-senso

Bolama
Decatlon

“Nem oito nem oitenta”, que o de que estamos mesmo carecidos é do acima título.

Coisa que esta sociedade parece ter remetido ad kalendas graecas; ou e pelo menos, é o que transparece dos ecos que nos vão chegando através das mais variadas notícias. Porque é isso o que a empíria delas nos ensina, não só pelas nacionais como nas do que vai de mundo, numa amplitude que atravessa toda a estratificação social e que abrange do mais vulgar dia a dia ao cume da política. Isto, tanto na paz como nas guerras que estão por aí.
Com esta conclusão, importa perceber que o bom-senso, tanto na concepção como na actuação (sobretudo nesta e, quando não suceda, pela verificação nociva dos efeitos dessa omissão) é uma propriedade qualitativa advinda de o equilíbrio entre extremos superlativos e seus antónimos; entre excelentes e péssimas opções. Ou como costuma dizer-se num falar lhano: “no meio é que está a virtude”. Ou, ainda e também, numa acepção de dinâmica social, um posicionamento entre mudanças bruscas desestabilizadoras e estabilidades estagnantes. Sendo que nesta dinâmica e para um entendimento conceitual actual, ele não corresponde ao meio aritmético ou geométrico, mas ao de uma inserção correcta no natural prosseguimento do processo social e capaz de lhe proporcionar os efeitos correspondentes a uma sua progressiva evolução sequencialmente consequente (quando assim não acontece, o próprio processo e na sua posterior marcha, regressa à sequência). Sem dialécticas, portanto, que a dialéctica não ocorre no processo material massivo, isto é, no concreto do Universo em que estamos.

Decatlon

Posta nestes termos a oração, como se cria o bom-senso social?
Boa questão que, fantasiando (?), nos remete para uma procissão vinda do mais remoto passado, porque a compreensão do que ele seja, ou possa ser na sua evolução, tem muito a ver com a caminhada humana ao longo de todo o seu percurso. É um acumular de incessantes conhecimentos e suas aplicações. Assim, sem descer a tempos mais ignotos e desde actos volitivos simples, que (tomemos entre muitos o exemplo da recolectagem primitiva, em que o escolher o que comer ou não comer, ou, da caça, em que definir a presa e os meios mais profícuos para o seu êxito) impunham-se decisões que se foram afinando por força da já citada empíria. E como estamos divagando sobre situações gregárias, de grupos, já dentro deles e essas ou outras decisões (como as de quem come e quanto), coagiam ao acerto delas por uma imediata questão de sobrevivência. Decisões que, por conseguinte e então, corresponderiam a encontrar o bom-senso, ou seja, a que melhor defendesse, em cada situação, o interesse objectivo do agregado. Depois, com o andar da carruagem e passando a uma progressiva maior complexidade social, de conjuntos de umas, poucas, dezenas de pessoas à escala dos muitos milhões, é evidente que esse objectivo interesse comum complicou-se astronomicamente por variadíssimas causas, entre as quais que se destacam: a)- a estrutura organizativa das sociedades e a miríade de decisões que, permanentemente, nelas têm que ser tomadas; b)- a multiplicidade dos aspectos da vida sobre que versam; e c)- dentro de cada uma delas, sociedades ou as com elas relacionadas, os conflitos de interesses.
Aqui chegados e continuando a fantasiar (?), não já regressando à pré-história, mas ficando-nos por muito mais perto, há milhares de anos e já na sedentarização, vamos deparar com uma peça fundamental para a criação da habituação à formação do bom-senso: a célula gregária primária. Estruturada esta hierarquicamente para prossecução da sua reprodução (reprodução que, na esfera cósmica, corresponde à dinâmica de todo e qualquer processo material massivo e sua primeira, e intrínseca, manifestação) e manutenção, pela vivência e convivência hierarquizada no seu interior, os seus membros sujeitavam-se às decisões de quem tinha poder para aí as ordenar. Nessa base de proximidade e envolvimento directo em que o bom-senso da decisão era facilmente comprovável, importa focar o aspecto da hierarquia porque, naturalmente e para atingir os fins já enunciados, ela educava para o posterior salto para uma comunidade mais alargada e para a participação nas que se lhe poderiam seguir. Depois, prosseguindo com o sucessivo desenrolar, em progressão, dos processos sociais e o sequente afastamento dos decisores aos a elas sujeitos, o que se tem verificado ao longo dos tempos é que as estruturas organizativas geradas se adensam e especializam, diluindo e fragmentando as decisões. Ao mesmo tempo que essas decisões se multiplicam, multiplicam … E as áreas sobre que incidem abrangem praticamente todas os aspectos da vida, obrigando, com isso, a que os decisores, e respectivos assessores e técnicos preparadores, tenham competências acrescidas, e sensatez, par a poderem acertar na obtenção do bem comum. Para todos eles actuarem com o desejável bom-senso.

Posto isto que já em si apresenta consabidas dificuldades para a justeza das decisões, a outra causa invocada e que justifica parágrafo à parte, é a do conflito de interesses. Porquê? Porque ela distorce e aniquila o exigível bom-senso. Como? Por um posicionamento díspar em relação aos factores de produção. É que uma parte muitíssimo substancial das sociedades ocidentais vive do que de si presta, enquanto outra assaz minoritária vive de auferir proveitos. Com uma fronteira entre essa dicotomia de variadas e múltiplas gradações que podem originar deslocalizações num sentido ou em outro, ou apenas aproximações a um dos lados. Circunstância esta, e não só também, que contribui poderosamente para pôr em cheque o bom-senso decisório. Dando para ver, concomitantemente, em que mãos está o poder e em benefício de quem ele é exercitado (cifra, p. ex.: Noam Chomsky). E para completar o quadro acrescem ainda a disparidade de competências, iliteracia generalizada e sobretudo a manipulação, que, todas, contribuem para dar a aparência de bom-senso ao que não o é.
Muito mais haveria que dizer, mas o espaço não dá para isso e a carência do necessário bom-senso fica genericamente assinalada.
Particularizando-o ainda, a natureza dos crimes de violação em discussão parlamentar por estes dias.
Os crimes, em termos de sua tramitação, são públicos, semi-públicos ou particulares. Sintetizando e sem maiores detalhes, dir-se-á que nos primeiros a denúncia é obrigatória para qualquer entidade pública e pode ser efectuada por qualquer pessoa; nos segundos a denúncia cabe ao ofendido; e nos terceiros, o ofendido, além da denúncia, dispõe do processo. Ou seja, o interesse público, ou não, prevalece sobre o direito pessoal. Ora, sobre esta qualificação e na dita criminalização da violação, os defensores de total liberdade sexual em relacionamentos oficializados ou não, ou fora deles, entendem que o crime deve ser público. É a moda! Sabe-se, porém, que ao presente ele é semi-público. E entendem outros que assim deve continuar, aumentando apenas o prazo para a denúncia. O que é que nos diz, parece, o bom-senso? Primeiro, que o crime não se reduz apenas ao género feminino. Depois que, além de ser sempre execrável, repugnante e injustificável, ele fere, e porventura mutila, quem o sofre. E por isso se crê que é essa pessoa que deve saber se lhe quer dar publicidade, ou não. Isto porque, em grande parte da nossa sociedade que não aquela elite atrás chamada à colação (tanto mais que tipo de crime tende alargar-se ao “sí es sí”, estendível a posterior retratação durante a consumação), mesmo estando integralmente ao lado da vítima e refutando qualquer opróbrio sobre ela, a sua publicitação ainda pode resultar, para ela e seus próximos, numa humilhação não descartável e porventura não facilmente diluível. Daí o dever ser ela, no seu direito de privacidade tão defendido para outras situações não tão pessoais e íntimas, quem deve ajuizar da oportunidade da denúncia. E nesse sentido devia, ainda e no mesmo prazo, permitir-se-lhe a desistência com razões justificadas.
Haja tino!

Fundevila,
17 de Maio de 2023

Publicado em: 23/05/2023

Bolama Leapmotor Guimarães Verde APA VitrusBus

Notícias Relacionadas

A Mobilidade e as Ciclovias

António Magalhães: O Homem que deu início a uma grande transformação em Guimarães

Acção concreta: PDM e Habitação

Bolama Guimarães Verde APA

Notícias em Vídeo Explorar Mais →

▶

Presidente da A.G. do Vitória apela à presença dos sócios na A.G.E.

Footer Guimarães Digital

Contactos Rápidos

+351 253 421 700
geral@guimaraesdigital.com
Edifício Santiago, Rua Dr. José Sampaio n.º 264, 4810-275 Guimarães
Ficha Técnica Contactos Estatuto Editorial
Copyright © 2026 EPIC Júnior
AO VIVO
A TOCAR AGORA
Aguardando rádio...
Consentimento de cookies e política de privacidade

Para proporcionar a melhor experiência possível, utilizamos tecnologias como cookies para armazenar e/ou aceder a informação do dispositivo. Ao consentir estas tecnologias, permite-nos processar dados como comportamento de navegação ou IDs exclusivos neste site. A recusa ou a revogação do consentimento pode afetar negativamente determinadas funcionalidades.

Funcional Always active
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para a finalidade legítima de permitir a utilização de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou para a finalidade exclusiva de realizar a transmissão de uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas.
Preferences
The technical storage or access is necessary for the legitimate purpose of storing preferences that are not requested by the subscriber or user.
Statistics
The technical storage or access that is used exclusively for statistical purposes. The technical storage or access that is used exclusively for anonymous statistical purposes. Without a subpoena, voluntary compliance on the part of your Internet Service Provider, or additional records from a third party, information stored or retrieved for this purpose alone cannot usually be used to identify you.
Marketing
The technical storage or access is required to create user profiles to send advertising, or to track the user on a website or across several websites for similar marketing purposes.
  • Manage options
  • Manage services
  • Manage {vendor_count} vendors
  • Read more about these purposes
View preferences
  • {title}
  • {title}
  • {title}