Uma investigação do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras conheceu despacho de acusação por parte do DIAP da Comarca de Braga que acusou uma mulher de Guimarães da prática de cinco crimes de auxílio à imigração ilegal.
Segundo um comunicado do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, o seu modus operandi passava por recrutar cidadãs estrangeiras no seu país de origem e trazê-las para Portugal, onde passariam a prestar serviço doméstico para si logo à chegada à sua casa em Guimarães.
Não era celebrado qualquer contrato de trabalho nem eram efectuados descontos em sede de Segurança Social, permanecendo as cidadãs estrangeiras em situação ilegal e de consequente fragilidade.
Findos os 90 dias em que poderiam permanecer em Portugal, apenas em turismo, a arguida diligenciava junto do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras no sentido de lhes ser prorrogada a permanência, declarando factos falsos e omitindo a sua intervenção para que pudessem continuar a trabalhar ilegalmente para si.
Publicado em: 01/04/2015