O futuro das cooperativas municipais continua a ser um ‘imbróglio difícil de resolver’.
https://www.youtube.com/watch?v=Z8ApbOWBGbQ
Mais uma vez, durante a reunião do executivo, o Presidente da Câmara assumiu que este é maior problema que tem para solucionar. O Tribunal de Contas ainda não se pronunciou sobre o concurso público que a Cooperativa A Oficina venceu para a prestação de serviços de desenvolvimento de actividades culturais do Município.
Na discussão da proposta, Domingos Bragança indicou que “a Câmara quer fazer o que o Tribunal de Contas propuser”, manifestando-se convicto de que será encontrada uma solução.
"É o bico de obra que temos para resolver e não depende só da vontade do Presidente da Câmara”, indicou, ao realçar que uma equipa de juristas está a trabalhar há três meses na procura de uma solução.
O Vereador do PSD, André Coelho Lima, sustentou: “é um problema em que o município se meteu. Se as cooperativas fossem empresas municipais a questão estava resolvida”.
O Presidente da Câmara adiantou que se pudesse internalizava na estrutura da autarquia a actividade e os funcionários das cooperativas, lembrando que 97 por cento do capital da cooperativa pertence à autarquia.
Na reunião do executivo vimaranense desta quinta-feira, a maioria socialista e a CDU aprovaram o pedido de parecer prévio para a contratação da aquisição de serviços para o terceiro trimestre deste ano. O PSD e o CDS-PP votaram contra.
A contratação de serviços para o design global do Centro Ciência Viva de Guimarães, envolvendo o designer Henrique Cayate, motivou a abstenção do PSD e o voto contra da CDU.
Por maioria, com os votos contra do PSD e CDS-PP, o executivo aprovou o pedido de parecer prévio relacionado com a prestação de serviços para gestão do parque e campismo da penha para os anos de 2014 e 2017.
Por unanimidade, a vereação vimaranense ratificou do protocolo de adesão de Guimarães à Plataforma de Cooperação Noroeste Global.
Publicado em: 24/07/2014