Prosseguiu esta quinta-feira o julgamento que opõe a Irmandade da Penha à empresa Prazeres Doseados, num conflito judicial que discute os termos do acordo da gestão do Hotel da Penha.
A defesa da Prazeres Doseados
apresentou hoje em Tribunal um contrato através do qual procura
provar a existência de uma concessão acordada com a Irmandade da
Penha.
Confrontada com o documento, a defesa
da Irmandade considerou que o mesmo não respeita ao Hotel em causa.
Ainda assim, não se opôs à sua junção aos autos, prometendo
reagir, por escrito, pelo que não prescindiu do respectivo prazo
para analisar o documento.
Na sessão de julgamento realizada esta
quinta-feira nas Varas de Competência Mista de Guimarães, foi
ouvido o responsável pela escrita da empresa que afirmou desconhecer
se o contrato entre as partes respeitava a um contrato de
arrendamento do prédio ou do estabelecimento.
À sessão desta quinta-feira não
compareceu o antigo juiz da Irmandade da Penha, Joaquim Cosme, para
concluir o seu depoimento.
O julgamento prossegue no próximo dia
21 de Maio.
Publicado em: 19/04/2012