Dois anos após a extinção dos Serviços Municipalizados de Água e
Saneamento, o representante dos trabalhadores no Conselho Geral da
Vimágua considera que existe “discriminação” salarial. O Presidente do
Conselho de Administração da Empresa Intermunicipal justifica que os
aumentos atribuídos a alguns funcionários foram proporcionais às
novas responsabilidades.
O Conselho Geral da Vimágua considera que existe “discriminação” salarial
no seio da Empresa Intermunicipal. Manuel Trindade salienta que a criação da Vimágua permitiu a atribuição de aumentos nos ordenados de pessoal técnico, o que está a provocar o descontentamento na maioria dos trabalhadores que já fizeram um abaixo assinado.
De acordo com Manuel Trindade, até hoje, o abaixo assinado não teve uma resposta oficial, tendo os trabalhadores obtido apenas uma explicação informal da administração, na qual era invocado o esforço financeiro que estava a ser feito ao nível dos investimentos.
Confrontado com a questão, o Presidente do Conselho de Administração da Vimágua justificou que quando os SMAS foram transformados em empresa intermunicipal foi necessário instituir uma agilidade completamente diferente, com a constituição de um novo organograma que determinou essa mudança.
Segundo António Castro, a mudança obrigou a uma disciplina maior,
situação que no seu entender beneficia a qualidade do serviço prestado aos clientes da Vimágua.
Publicado em: 08/04/2004