Foi um espectáculo com qualidade a que só faltou o público. Este é o balanço que a organização dos Festivais Gil Vicente faz a mais uma edição do certame.
Segundo José Bastos, da cooperativa A Oficina, ao nível artístico e de organização, os Festivais de Gil Vicente tiveram um balanço positivo.
O mesmo não se pode dizer em termos de público. O número de
espectadores dos Festivais registou um decréscimo em relação aos anos
anteriores. José Bastos considera que não é fácil encontrar explicações e não concorda que o facto das entradas serem pagas possa explicar este insucesso dos festivais.
Apesar da fraca adesão do público, o Administrador Delegado d’A Oficina
garante que não está em causa a continuidade dos Festivais de Gil Vicente.
Para José Bastos, a situação sugere maior empenho e a procura de novas
formas que possam cativar mais público.
Publicado em: 16/06/2003