O Centro Cultural Vila Flor (CCVF) celebra esta quinta-feira, 21 anos de actividade, uma data que Esser Jorge Silva, presidente executivo d’A Oficina, considera de “grande importância” para a Cidade e para o seu panorama cultural.
O responsável recorda que o aparecimento do equipamento, em 2005, veio responder a uma necessidade que se fazia sentir em Guimarães, contribuindo para reforçar os espaços dedicados à criação e à fruição cultural.
“O seu aparecimento veio colmatar um grande défice de salas e de um equipamento de cultura que marcasse o espaço de criação e também de fruição cultural da cidade”, sublinha Esser Jorge Silva, considerando “marcante” a criação do Centro Cultural Vila Flor.
O aniversário acontece num momento de arranque de uma nova época cultural, iniciada com o Manta, e que promete manter uma programação intensa nos próximos meses. Segundo o presidente executivo d’A Oficina, o calendário até ao final do ano deverá incluir cerca de 150 espectáculos.
“Passarão por cá grandes nomes, grandes espectáculos”, afirma, destacando, entre as próximas propostas, uma peça de Tiago Rodrigues, que classifica como “icónica”.
A programação do CCVF continuará, assim, a apresentar propostas nas áreas do teatro, da dança e da música, procurando chegar a diferentes públicos e gostos. Para Esser Jorge Silva, esta diversidade é também uma das formas de assinalar os 21 anos do equipamento.
“Queremos manter essa dinâmica”, refere, acrescentando, contudo, uma ambição de tornar o Centro Cultural Vila Flor “cada vez mais ligado à realidade humana”, sem perder a dimensão internacional que o equipamento conquistou ao longo dos anos.
A dimensão internacional estará também presente nas comemorações do aniversário. O espectáculo «Vagabundos», apresentado por um grupo moçambicano que se desloca propositadamente a Guimarães, integra a programação da celebração dos 21 anos, sobe ao palco esta quinta-feira, às 21h30.
Publicado em: 17/09/2026