A Oficina volta a associar-se para a 9.ª edição da Bolsa Amélia Rey Colaço, uma bolsa de criação destinada a apoiar a produção de espectáculos de jovens artistas e companhias emergentes, residentes em Portugal. As candidaturas já estão abertas e podem ser submetidas online até dia 12 de Abril que junta também O Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo), o Teatro Viriato (Viseu) e o Teatro Nacional D. Maria II (Lisboa).
Em comunicado, A Oficina lembra que a bolsa foi criada em 2018, em homenagem à actriz e encenadora Amélia Rey Colaço, pelo seu importante papel na História do Teatro Português, esta bolsa de criação pretende contribuir para a promoção da renovação do tecido teatral português, injetando-lhe novas ideias e vozes. Atribuída anualmente, a Bolsa Amélia Rey Colaço tem como objectivos garantir um aumento do acesso de artistas emergentes e novas companhias de teatro a meios de produção fundamentais e a espaço de pesquisa, permitindo-lhes consolidar o seu corpo de trabalho, ao mesmo tempo que promove e incentiva a criação de novas dramaturgias, o alargamento de públicos e o reconhecimento nacional do trabalho de artistas e companhias emergentes.
Com um valor pecuniário de 25.000 euros, a Bolsa Amélia Rey Colaço destina-se a apoiar a produção do projecto vencedor, que terá ainda acesso a três residências artísticas, a realizar em Guimarães, Montemor-o-Novo e Viseu, entre Novembro de 2026 e Março de 2027.
O projecto vencedor dará origem a um espectáculo, com estreia agendada para 9 de Junho de 2027, no Pequeno Auditório do Centro Cultural Vila Flor, seguida de apresentações nos restantes espaços parceiros da Bolsa.
O júri responsável pela eleição do projecto vencedor da 9.ª edição da Bolsa Amélia Rey Colaço é composto por Pedro Penim (Director Artístico do Teatro Nacional D. Maria II), Sofia Campos (Conselho de Administração do Teatro Nacional D. Maria II), Pedro Barreiro (Director Artístico d’O Espaço do Tempo), Patrícia Carvalho (Directora Executiva do d’O Espaço do Tempo), Bruno dos Reis (Director Artístico do Teatro Oficina e Programador de Teatro do Centro Cultural Vila Flor), Marta Silva (A Oficina), António M. Cabrita (Director de Programação do Teatro Viriato) e Maria João Rochete (Assistente de Programação do Teatro Viriato).
Publicado em: 06/03/2026