A apresentação, discussão e votação do Plano Estratégico proposto pelo Conselho de Administração da Vitória Sport Clube – Futebol, SAD será, de resto, um dos pontos principais de uma Assembleia Geral de acionistas em que estarão em discussão outros temas.
Nesse Plano Estratégico, a Administração de Miguel Pinto Lisboa faz várias sugestões, como:
– Redução e manutenção de massa salarial abaixo de 15 milhões de euros em dois anos.
– Crescimento da receita recorrente para 15 milhões de euros em três anos.
– Saldo compra e vendas net de activos anuais de valor 12,5 milhões de euros.
– Redução de passivo gradual até 25 milhões de euros ou inferior à receita anual do clube.
– No plano desportivo, a SAD ambiciona classificações no top 5 da Liga, assim como a presença numa final das Taças a cada cinco épocas e quatro classificações europeias a cada cinco épocas.
– O Vitória pretende aumentar a média de assistência, para números superiores a 20 mil por jogo e ultrapassar a barreira dos 25 mil sócios pagantes.
No mesmo Plano Estratégico, surgem revelações como:
– A Vitória SAD, incluindo o pessoal cedido pelo clube, tem um total de 252 colaboradores. Um crescimento de 84% em cinco épocas e que representa mais 115 pessoas. O crescimento mais significativo está no futebol, com uma subida do número de jogadores profissionais e no staff de apoio ao futebol. 53% do pessoal é jogador ou membro da equipa técnica.
– O total da massa salarial, sem seguros, rondou os 18,35 milhões de euros na época 2020/2021. Este valor é 2,6 vezes mais do que há cinco épocas. A expectativa da SAD, sem recurso a medidas adicionais, é de uma redução de custos salariais na ordem dos 2 milhões de euros, ou seja, superior a 10%. Segundo o Vitória, 79% da massa salarial é relativa a jogadores e treinadores.
– A principal receita são os direitos televisivos. O valor está acordado em sete milhões de euros por ano, receita que “possivelmente irá aumentar esta receita no futuro”.
Publicado em: 15/12/2021