O treinador do Moreirense, Miguel Leal, prometeu hoje abordar «com muita ambição» a recepção de domingo ao Marítimo, na 26.ª jornada da I Liga de futebol, apontando que o clube pode agora «começar a olhar para cima».
Na última jornada (vitória por 1-0 em casa do Gil Vicente), o Moreirense conseguiu alcançar o objectivo traçado desde o início da temporada – os 30 pontos que equipa técnica e direção acreditam que deixam o emblema vimaranense a salvo da despromoção.
Mas agora Miguel Leal não quer «jogos relaxados» nem admite que os seus jogadores «joguem a deixar correr», apontando como meta «jogar para ganhar sempre».
«Vamos jogar com a mesma ambição dos outros jogos. Tentar fazer os três pontos. Apesar de estarmos muito contentes com os 30 pontos, a minha ambição e a dos meus jogadores é a de ganhar o jogo», disse o técnico dos cónegos.
Em antevisão à receção aos madeirenses, que seguem apenas com um ponto a menos que os vimaranenses – o Moreirense tem 31 e o Marítimo soma 30 pontos – o treinador afirmou que vê os próximos dois encontros (somando a este, a deslocação a casa do Belenenses) como fundamentais para o novo objectivo: «Tentar superar a melhor classificação de sempre do Moreirense».
Entretanto, as saídas de André Almeida, Djibril e Leandro Sousa são hoje as novidades nos convocados do Moreirense para o jogo de amanhã. Face à última convocatória (vitória em casa do Gil Vicente por 1-0), o treinador reduziu o lote de eleitos de 20 para 18 jogadores.
O médio Djibril está ao serviço da seleção do Burkina Faso, enquanto o avançado brasileiro Leandro Sousa sai por opção.
Na baliza, o técnico optou por Gideão para o lugar de guardião suplente, tirando André Almeida, mas Marafona deverá manter a titularidade.
O defesa André Marques, bem como os médios Diogo Cunha e Lucas Souza, permanecem entregues aos cuidados do departamento médico dos vimaranenses.
O Moreirense é 10.º classificado, com 31 pontos, e o Marítimo, segue na 11.ª posição, com 30. O jogo começa às 16 horas, em Moreira de Cónegos, e será arbitrado por Manuel Mota, de Braga.
Publicado em: 21/03/2015