As obras de ampliação da Horta Pedagógica já estão no terreno. A terceira fase do projecto que tem levado muitas pessoas a aderir às práticas agrícolas pretende acolher projectos que revelem apostas em novas fileiras de produção.
O Vice-Presidente da Câmara e Vereador do Departamento de Serviços Urbanos e Ambiente revelou ao jornal O Comércio de Guimarães, que “com esta terceira fase da Horta Pedagógica, a Autarquia tem como objectivo infraestruturar a parcela restante dos terrenos que possui naquela zona da Veiga de Creixomil, cerca de 1,5 hectares, concluindo assim o projeto da Horta Pedagógica e Social de Guimarães”.
Amadeu Portilha elucidou que “esta derradeira intervenção, com um custo orçamentado em cerca de 350 mil euros, visa instalar a rede de infra-estruturas, a criação de caminhos e percursos no seu interior e a requalificação do tramo de rio que a atravessa, na sequência da intervenção recentemente executada”.
O responsável fez questão de distinguir que, ao contrário das duas primeiras fases da horta, cujos terrenos já estão atribuídos, o espaço que está a ser intervencionado “não será disponibilizado para uso de pequenos talhões”. “Para além de um espaço onde pretendemos instalar um laboratório vivo de experimentação agrícola municipal, num trabalho complementar ao Horto Municipal, esta terceira fase da Horta Pedagógica só estará disponível para acolher projectos que visem introduzir novas experiências e novas fileiras de base agrícola. Para esse efeito, estamos a rever o regulamento da Horta, integrando os normas orientadoras dessas candidaturas, naquilo que consideramos o início da nossa incubadora de empresas de base agrícola”, adiantou.
Com esta intervenção, a Horta Pedagógica de Guimarães passará a dispor de cerca de oito hectares de terreno, em pleno centro da cidade.
Publicado em: 09/10/2014