A decisão do Tribunal de Contas de não dar o visto à contratação de serviços pela Câmara de Guimarães às cooperativas A Oficina, Tempo Livre e Fraterna motivou mais uma tomada de posição da Concelhia do PSD de Guimarães.
Em comunicado, os social-democratas acusam o PS de prestar “um péssimo serviço a Guimarães”, sujeitando “a Câmara a considerações quase vexatórias do Tribunal de Contas”, citámos.
A Comissão Política do PSD responsabiliza o PS “pela perda na prestação de serviços destas cooperativas e pelas dificuldades por que poderão passar os seus trabalhadores”, pode ler-se no longo comunicado.
Considerando existir “falta de seriedade” quando se invoca que a Lei 50-2012 para justificar o chumbos do Tribunal de Contas, o PSD sustenta que o fundamento dos chumbos tem “a ver com um atropelo lamentável de todas as regras de transparência, igualdade e imparcialidade que devem presidir ao funcionamneto das entidades públicas”.
A concelhia social-democrata argumenta que “a Lei 50-2012 a que o PS chama ‘Lei Relvas’ não é mais do que a aplicação na lei nacional das obrigações decorrentes do Memorando de Entendimento celebrado pelo Governo PS e por José Sócrates”, memorando decorrente – indica o PSD vimaranense – “do descalabro em que a gestão socialista deixou o País”.
Publicado em: 04/08/2014