Paulo Emanuel Mendes, o sócio do Vitória promotor de um pedido de marcação de uma Assembleia Geral Extraordinária para destituir a direcção, apresentou uma queixa-crime contra o presidente da mesa da AG, João Cardoso.
O associado revela que deu entrada na quinta-feira no Tribunal Judicial da Comarca de Guimarães uma queixa-crime contra o presidente da assembleia geral do Vitória. Em causa está o facto de João Cardoso ainda não ter agendado a referida Assembleia Geral Extraordinária, evocando irregularidades no requerimento entregue.
Para Paulo Emanuel Mendes, a petição que foi entregue, de forma indecomponível, ao contrário do que ele [João Cardoso] pretende fazer crer, é um documento constituído por 20 folhas numeradas e rubricadas, sendo vontade inequívoca e expressa de todos quanto a assinam e não o fizeram em branco que seja marcada a AG extraordinária nos termos do artigo 28.º, alínea b) dos estatutos.
O associado não está disposto a fazer qualquer correcção à petição e frisa que em nenhuma parte dos estatutos se exige qualquer fundamentação para suportar a pretendida ordem de trabalhos, tal é matéria a tratar nas intervenções a realizar na AG, tendo agora instaurado uma queixa-crime contra João Cardoso.