A viagem da comitiva do Moreirense para a Madeira foi muito atribulada. Os jogadores apenas chegaram ao Funchal no dia do jogo com o União da Madeira, após uma noite mal dormida em Lisboa, sem jantar.
A ligação Porto Lisboa decorreu sem atrasos e os problemas começaram quando o avião da TAP preparava-se para aterrar no Funchal, por volta das 21 horas de sábado. As más condições meteorológicas levaram o torre de controlo a aconselhar o piloto a regressar a Lisboa, após meia-hora de espera nos céus da Madeira. A comitiva chegou à capital por volta das 23 horas e aí começou um novo problema. Faltava o saco de um dos jogadores, que estranhamente desapareceu. Os dirigentes presentes no local pediram explicações à empresa contratada pela TAP que faz a gestão das bagagens, mas a verdade é que o saco e todo o seu conteúdo não apareceu. Depois de desistir de resolver este problema, a comitiva do Moreirense foi reencaminha para um hotel, onde chegaram à 1 hora de domingo. Para surpresa de todos, não tinham jantar disponível e os jogadores, a pouco mais de meio-dia de uma partida, tiveram de saciar a fome com uma sande e peças de fruta. O recolher aos quartos aconteceu às 2h.30 e o despertador tocou às 6 horas, porque era preciso rumar novamente ao aeroporto para viajar para o Funchal. Desta feita, a viagem decorreu sem contratempos. O problema é que os jogadores dormiram apenas três horas na véspera e a alimentação foi deficitária. Após o jogo, nova longa viagem que terminou com a chegada ao Porto por volta das 3 horas de segunda-feira.
Publicado em: 26/11/2007